terça-feira, 23 de novembro de 2010


Você sabia? 


       Que existem fortes indícios de que nosso cérebro já vem com instruções básicas sobre o mundo e as pessoas, que servem para o resto da vida?

      Que, ao contrário do que se pensava , a chupeta, se não for usada depois dos três anos, não tem influencia significativa na saúde ou no desenvolvimento? E está comprovado, acalma o bebê?

      Pode parecer contraintuitivo mas, quanto mais você deixar a criança solta, menos ela se machucará. Prendê-la, é atrasar o desenvolvimento dos músculos e da sua coordenação motora?

Fonte: Revista superinteressante

 Reportagem: Crenças de ontem, crianças de hoje

"Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas"

“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
 
Rubem Alves

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pós-Graduação em Formação Pedagógica de Professores

Apresentação:
A Pós-Graduação em Formação Pedagógica de Professores tem por objetivo capacitar ao exercício da docência, por meio de uma abordagem com diferentes técnicas, métodos e recursos didáticos, além da elaboração, planejamento, desenvolvimento e avaliação do processo ensino-aprendizagem. O curso promove o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias ao desempenho da profissão e insere os participantes no universo da educação, visando a vinculação da prática à teoria.

Público Alvo:
Bacharéis e tecnólogos, que atuam ou pretendem atuar como docentes.

Duração do curso:
1 ano e 9 meses (570h)

Conteúdo programático:
Dinâmica das Relações Humanas
Políticas e Legislação na Educação Brasileira
Didática na educação: diferentes abordagens
Humanismo e Educação
Construção do Conhecimento e Teorias da Aprendizagem
Educação: inclusão e desigualdades
Tecnologias da Informação e da Comunicação
Planejamento e Projetos Interdisciplinares
Docência on line
Avaliação e Gestão Escolar
Oficinas pedagógicas: o desafio do ensinar-aprender
A Comunicação nas Organizações
Língua Estrangeira - Inglês
Metodologia Científica
Projeto de Conclusão


Mais informações:O curso ocorrerá na Faculdade QI de Porto Alegre, Avenida Júlio de Castilhos, 435, Centro de Porto Alegre/RS.

Aulas em sábados alternados: 08h30min, às 12h30min. e 13h30min. às 17h30min.

Inglês, em sextas-feiras alternadas: 19h às 22h15min.

Para maiores informações: 0800 601 0000.

domingo, 21 de novembro de 2010

Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica

O Plano Nacional de Formação é destinado aos professores em exercício das escolas públicas estaduais e municipais sem formação adequada à LDB, oferecendo cursos superiores públicos, gratuitos e de qualidade, com a oferta cobrindo os municípios de 21 estados da Federação, por meio de 76 Instituições Públicas de Educação Superior, das quais 48 Federais e 28 Estaduais, com a colaboração de 14 universidades comunitárias.





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Para mais informações acesse o site: 

sábado, 20 de novembro de 2010

Cursos Online







Confira nossas opções de cursos online.
aprenda de maneira fácil e rápida, sem sair de casa.

Alfabetização e Letramento
Carga horária de 60, 120 e 180 horas
- R$ 79,00 para 60 horas
- R$ 99,00 para 120 horas
- R$ 119,00 para 180 horas

Educação Sexual na Escola
Carga horária de 40, 100 e 160 horas
- R$ 69,00 para 40 horas
- R$ 89,00 para 100 horas
- R$ 109,00 para 160 horas

Ética, Valores e Cidadania:
Uma visão atualizada

Carga horária de 80, 160 e 220 horas
- R$ 79,00 para 80 horas
- R$ 99,00 para 160 horas
- R$ 119,00 para 220 horas

Avaliação Escolar:
Um compromisso com a aprendizagem

Carga horária de 80, 160 e 220 horas
- R$ 79,00 para 80 horas
- R$ 99,00 para 160 horas
- R$ 119,00 para 220 horas

A importância dos jogos
no ensino da Matemática

Carga horária de 60, 120 e 180 horas
- R$ 69,00 para 60 horas
- R$ 89,00 para 120 horas
- R$ 109,00 para 180 horas
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Educação Inclusiva
- novos conceitos, novas emoções

Carga horária de 60, 120 e 180 horas
- R$ 79,00 para 60 horas
- R$ 99,00 para 120 horas
- R$ 119,00 para 180 horas

A Magia da Literatura Infantil Online
Carga horária de 40, 100 e 160 horas
- R$ 69,00 para 40 horas
- R$ 89,00 para 100 horas
- R$ 109,00 para 160 horas

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Saiba mais através do site: www.educaline.com.br

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Crianças autistas necessitam de um acompanhamento precoce


Algumas pessoas não sabem o que é o autismo e como deve ser tratado, porque esta doença não tem rosto. Exteriormente, a criança aparenta ser normal, o problema é a nível psicológico e do desenvolvimento da inteligência. No entanto, existem ajudas que podem fazer com que estas pessoas consigam alcançar um objectivo, desde que seja feito um tratamento precoce.

A Escola Nova da Ajuda possui a “Sala Teach” que dá apoio a crianças autistas, a nível educacional.

As crianças com autismo, regra geral, apresentam dificuldades em aprender a utilizar correctamente as palavras, construir frases, fazer questões ou a transmitir recados. Raramente iniciam uma conversa ou pedem uma informação. Quando apresentam linguagem, é frequente usarem as palavras ou frases de uma forma repetitiva. A ecolália - repetir ou ecoar palavras e frases ditas pelos outros - a linguagem idiossincrática e a repetição de questões e frases são muito comuns nos indivíduos com esta perturbação.
Estas crianças tendem a apresentar um elevado número de expressões ecolálicas que traduzem, muitas vezes, a não compreensão do que lhes foi dito oralmente, devendo-se ao facto de ser frequente um maior desenvolvimento da memória auditiva (memória dos sons que se ouvem) não acompanhada pela compreensão do significado ou descodificação desses mesmos sons.

A escola tem o seu papel no nível da educação. São elaboradas estratégias para que estas crianças consigam desenvolver capacidades de poderem se integrar com as outras crianças ditas “normais”.

Porém, a família tem também um papel crucial, porque são os que têm mais experiência em lidar com as crianças, principalmente, porque as crianças autistas necessitam de atenção redobrada, durante 24 horas. Muitas vezes, a profissão e o horário quotidiano não facilita, mas é importante dispensar algumas horas para que as crianças possam se sentir queridas e mostrar o que aprenderam. Os pais podem encorajar a criança a comunicar espontaneamente, criando situações que provoquem a necessidade de comunicação. Não se deve antecipar tudo o que a criança precisa, deve-se criar momentos para que ela sinta a necessidade de pedir aquilo que precisa. A utilização de gestos e de expressão facial é crucial para o desenvolvimento da linguagem. A calma e a criatividade devem estar sempre patentes durante estes momentos com as crianças.


Autistas amam a rotina


Qualquer mudança inesperada de rotina pode descontrolá-los. Crianças podem impor suas próprias rotinas, tais como insistir em seguir sempre por um mesmo caminho para a escola. Na escola, podem se perturbar diante de mudanças inesperadas, tais como alterações de horário ou da sala de aula. Normalmente, a altura de férias é muito complicado para estas crianças, porque a sua rotina se altera. Elas podem demonstrar um interesse quase obsessivo em hobies ou colecções. Algumas são capazes de ficar horas a fio a olhar para um objecto, ou qualquer coisa de que gostem. Se forem distraídas ou se a função terminar, contra a sua vontade, ficam irrequietas e descontroladas.

O autismo é uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. Acomete cerca de vinte entre cada dez mil nascidos e é quatro vezes mais comum entre meninos do que meninas. É encontrada em todo o Mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. Não se conseguiu até agora provar nenhuma causa psicológica, no meio ambiental destas crianças, que possa causar a doença.

Sintomas: distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e linguísticas; reacções anormais às sensações. As funções ou áreas mais afectadas são a visão, audição, tacto, dor, equilíbrio, olfacto, gustação e maneira de manter o corpo; fala ou linguagem ausentes ou atrasados. Certas áreas específicas do pensar, presentes ou não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de ideias. Uso de palavras sem associação com o significado; relacionamento anormal com os objectos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos ou crianças. Uso inadequado de objectos ou brinquedos.


“Sala Teach” apoia crianças autistas


A “Sala Teach” foi criada para dar apoio às crianças autistas. Localizada na Escola Nova da Ajuda, esta sala acolhe seis alunos portadores desta patologia. A Região conta, neste momento, com duas salas deste género. A par desta, a outra encontra-se dentro de uma instituição da Educação Especial, no Colégio Esperança. Possivelmente, poderá estar em curso a abertura de mais uma sala deste género, fora da área do Funchal.

A funcionar desde o passado ano lectivo, a “Sala Teach” dá apoio à sala do regular. O modelo “Teach” incide sobre imagens. As crianças olham para as imagens e têm várias actividades a seguir.

O principal objectivo da actividade praticada nesta sala é fazer com que estas crianças consigam aprender tal qual como os outros, para integrá-los. Como não conseguem acompanhar o ritmo das outras crianças ditas “normais”, através destas actividades, e com o apoio de profissionais, conseguem evoluir.

http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/?p=6

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Importância do Brincar no Desenvolvimento Infantil

                               O brincar é extremamente importante no desenvolvimento humano, principalmente durante a infância. Até pouco tempo, ainda no início do século passado, a brincadeira era desvalorizada e esquecida, julgada por muitos como um simples passatempo, sem função nenhuma além de simplesmente entreter e divertir a criança. Com o surgimento de novas pesquisas na área, houve uma grande mudança sobre a percepção do brincar, e a sua real importância no processo de desenvolvimento de uma criança.
                               Mais do que uma “simples diversão” o brincar é essencial para o desenvolvimento da criança. Através do brincar, ela adquire capacidades e aprendizados importantes como: a atenção, a imitação, a criatividade, e a imaginação. Ao brincar as crianças as crianças se colocam em situações diferentes, muitas vezes, no lugar de um adulto, assim refletem sobre os papéis sociais e sobre regras da sociedade.
Segundo Winnicott,
“A criança adquire experiência brincando. A brincadeira é uma parcela importante da sua vida. As experiências tanto externas como internas podem ser férteis para o adulto, mas para a criança essa riqueza encontra-se principalmente na brincadeira e na fantasia.” (1981, p. 161).

                               A brincadeira em si, tem uma conexão com os quatro pilares da educação, e potencializa o desenvolvimento, já que assim, aprende a conhecer, aprende a fazer, aprende a conviver e, sobretudo, aprende a ser. Além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento, da concentração, e da atenção.
                               É comum também, que ao brincar as crianças mostrem suas angústias, aflições, ansiedades, agressividade e medos, sem temer a censura dos adultos. A brincadeira faz com que as crianças ultrapassem a realidade, transformando-a a partir da imaginação. É desta forma que expressam seus desejos e necessidades, o que, teriam dificuldades utilizando-se somente da expressão oral.
     Maluf corretamente afirma que

“Na brincadeira a criança tem a oportunidade não apenas de vivenciar as regras impostas, mas de transformá-las, recriá-las de acordo com as suas necessidades de interesse e ainda entendê-las. Não se trata de uma mera aceitação, mas de um processo de construção que se efetiva com a sua participação.” (2010, p.6).

                               O adulto deve estimular a criança, por meio da brincadeira, para que a mesma desenvolva a sua imaginação e desperte o interesse para novos questionamentos de forma que elas mesmas procurem soluções para os problemas, e formulem novas regras para as brincadeiras. O adulto, quando brinca com a criança, reforça seus laços afetivos com a mesma. Assim, ao brincar com uma criança está demonstrando todo o seu amor e a criança, subentende exatamente da mesma forma, ela se sente amada. Todas as crianças gostam de brincar com crianças mais velhas, avós, pais, primos, professores e irmãos. A participação do adulto na brincadeira eleva o nível de interesse, enriquece e estimula a imaginação dos pequenos, contribuindo para o esclarecimento de dúvidas referentes a regras das brincadeiras. Ela sente-se ao mesmo tempo prestigiada e desafiada.
                               Conforme a teoria de Piaget, o brincar apresenta características diferentes para cada faixa etária do desenvolvimento infantil. Dos 0 aos 2 anos de idade a criança vai adquirindo competências motoras e aumenta a sua autonomia. Começa a preferir o chão ao berço, demonstra muitas tentativas na imitação da fala e revela prazer na descoberta do seu corpo através dos sentidos. Elabora suas brincadeiras com a exploração de objetos ou brinquedos, por meio dos sentidos, da ação motora e da manipulação. Podemos chamar esta fase da fase da descoberta e exploração, constituindo a etapa fundamental para o desenvolvimento global da criança.
                               Entre dois e seis/ sete anos de idade, a simbologia surge com um papel fundamental nas brincadeiras, como são exemplos: “o faz de conta”, as histórias, os fantoches, o desenho e os contos de fada. Os jogos simbólicos são importantes nessa fase, pois oferecem a criança, a compreensão e a aprendizagem dos papeis sociais que fazem parte da sua cultura, seja qual for ela, por exemplo (o papel do pai, da mãe, do filho, médico ou tio).
                               A partir dos sete anos de idade, as brincadeiras e jogos se tornam cruciais para o desenvolvimento de estratégias, amadurecimento e tomada de decisões. Através da brincadeira a criança aprende a seguir regras, experimenta formas de comportamento e socializa, descobrindo o mundo a sua volta. Ao brincar com outras crianças, elas encontram seus pares e interagem socialmente, descobrindo, dessa forma que não são os únicos sujeitos da ação, abandonando aos poucos o egocentrismo predominante nessa fase.
                               Nos jogos com regras os processos desenvolvidos são outros, uma vez que, nestes o controle do comportamento impulsivo é diferente e necessário. É a partir das características específicas de cada jogo que a criança desenvolve as competências para adaptar o seu comportamento, distanciando-o da impulsividade.
                               Aos seis/sete anos de idade, as crianças já estão em fase escolar, ingressando no 1º ano do ensino fundamental. Com toda a importância do brincar no desenvolvimento infantil, ainda hoje, nas escolas, a brincadeira está ausente das propostas pedagógicas. Uma crítica nesse sentido é feita por Maluf, que afirma que:

“É rara a escola nesse aprendizado. A escola simplesmente esqueceu a brincadeira, na sala de aula ou ela é utilizada com um papel didático, ou é considerada uma perda de tempo. E até no recreio a criança precisa conviver com um monte de proibições, como também ocorre nos prédios, clubes, etc.” (2010, p.1).
                              
                               O lúdico e a brincadeira podem e devem ser parceiros do professor. O brincar deve ocupar um lugar importante na prática pedagógica, tendo, a sala de aula como um lugar privilegiado. Existem diversas maneiras de trabalhar jogos e brincadeiras nas práticas pedagógicas, tais como: Contar e ouvir histórias, dramatizar para trabalhar história, literatura e português. Além disso, o professor pode utilizar jogos desafiadores, como é o caso do jogo de cartas (general), como estratégia para aprendizagem da matemática, e outras atividades, fazendo assim com que as crianças aprendam por meios mais prazerosos.
            Equivoca-se a escola em dividir o ambiente escolar em lados opostos, de um lado a brincadeira, a fantasia e o jogo, do outro o mundo sério da escola, do trabalho e dos estudos, sendo que o ideal é conciliar os dois.

Já esta mais do que na hora de batizarmos nosso blog.


Qual nome combina mais com a nossa turma?

Educação do Futuro

Criança Conectada

T.I. na Educação

Infância Conectada

Criança na Internet

Educação On-line

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Daiane Beatriz e Thays Bonette

SENAC EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD

Cursos de Pós-graduação
Especialização em Educação a Distância
Carga Horária: 360 horas
O curso de Especialização em Educação a Distância visa a responder à diversidade e ao avanço da demanda por profissionais necessários ao atendimento adequado das atividades fundamentais da Educação a Distância em suas dimensões de tutoria, gestão, planejamento e produção de cursos. O especialista em Educação a Distância poderá atuar em organizações educacionais e corporativas que acompanham, planejam e/ou desenvolvem projetos de educação a distância, desempenhando funções pedagógicas ou gestoras, com as seguintes atribuições: o Gestor: coordenação de atividades administrativas; planejamento e organização de infra-estruturas e das equipes de projetos de Educação a Distância; o Tutor online: mediação e avaliação de ações educativas de cursos baseados na web; o Desenhista instrucional ou projetista didático: planejamento e desenvolvimento de cursos na modalidade a distância.
·         Área de Formação:
 Educação

·         Pré-Requisitos: Para fazer este curso, o aluno precisa ter diploma de nível superior em qualquer área de conhecimento.

·         Documentos Necessários para Matrícula na Pós-graduação:
- Carta de Intenção Justificando a Escolha do Curso;
- Duas Fotos 3x4;
- Cópia do Comprovante de Residência
- Cópia Autenticada de Cada um Dos Seguintes Documentos ou Trazer Pessoalmente Originais e Cópias:
- Diploma de Curso Superior (bacharelado, Licenciatura ou Tecnólogo);
- Declaração de Conclusão do Curso de Graduação (somente para os Que Não Tiverem como apresentar, de Imediato, o Diploma de Graduação);
- Histórico Escolar da Graduação (com Assinatura da Instituição de Ensino Superior);
- Carteira de Identidade (obrigatoriamente o RG);
- CPF;
-Certidão de Nascimento ou Casamento
- Condições Tecnológicas: o Sistema Operacional Windows XP ou Superior o Processador 1000 Mhz o 512 mb de Memória Ram o Conexão à Internet com Banda Larga Velocidade de 150 Kbps ou Superior o Internet Explorer 8 ou Superior o Software Msoffice Versão 2003 / e ou Broffice Instalado na Máquina Utilizada para o Desenvolvimento de Atividades do Curso o Acrobat Reader 9 ou Superior o Plugin Adobe Flash Player 10 ou Superior o Kit Multimídia (caixas de Som).


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A família da criança com deficiência mental

A família em si mesma constitui uma unidade social significativa. Ela é parte de uma unidade social maior, a comunidade imediata e a sociedade. É na família que se aprende a ser único, a desenvolver a individualidade e a tornar-se uma pessoa criativa, em busca da auto-realização.

As famílias possuem uma estrutura razoavelmente estável, papéis bem definidos, suas próprias regras estabelecidas em comum acordo e os seus próprios valores. Porém, uma ocorrência brusca exigirá dos membros uma redefinição de seus papéis e o aprendizado de novos valores e padrões de comportamento, a fim de se ajustarem ao novo estilo de vida. Em outras palavras, a cada impacto a família deve ser reestruturada.

A família é o primeiro campo de treinamento significativo da criança. É neste campo de treinamento que a criança descobre a existência de outras pessoas (pai, mãe, irmão, irmã, avós e outros), cada qual com um papel previamente definido, que por suas experiências únicas e uma personalidade essencial torna-se uma pessoa diferente das demais, com forças e fraquezas, temores e amores, fixações e necessidades, desejos e sonhos. A criança aprende sobre o mundo e a vida através de cada pessoa na família. Assim, se os integrantes da família, como um grupo, reagirem a elas de modo positivo, é provável que as crianças se vejam sob uma luz positiva.
O nascimento de uma criança deficiente, seja qual for o tipo de deficiência, traz à tona uma série de complicações advindas de sentimentos de culpa, rejeição, negação ou desespero, modificando as relações sociais da família e sua própria estrutura.

As reações a esta criança podem trazer à tona vários tipos de comportamento como:

•Encarar o problema de um modo realista;
•Negação da realidade da deficiência;
•Lamentações e compaixão dos pais para com a sua própria sorte;
•Ambivalência em relação à criança, ou seja, rejeição e projeção da dificuldade como causa da deficiência;
•Sentimentos de culpa, vergonha e depressão e padrões de mútua dependência.
Entretanto, nenhuma dessas reações é peculiar aos pais em geral, ou aos pais de crianças deficientes; são reações comuns de pessoas normais à frustração e conflito.

Os pais, no decorrer de suas vidas, também manifestarão ou sentirão essas mesmas reações com seus filhos não deficientes, como parte do processo da vida, sendo, portanto, fundamental que os pais de crianças deficientes tomem ciência destes fatos, pois muitos de seus conflitos e sentimentos são compartilhados por outros pais em alguma fase da vida.

Muitos pais de crianças deficientes não só experimentam sentimentos de culpa e vergonha, mas sentem-se culpados e envergonhados por experimentá-los; ou seja, além de se sentirem culpados, eles se sentem culpados por se sentirem culpados. Além das pressões internas com as quais a família terá que lidar com o nascimento de uma criança deficiente, esta também terá de enfrentar as pressões exercidas pelas forças sociais externas, uma vez que a sociedade tem dificuldade em conviver com as diferenças, sendo este talvez um dos principais conflitos vividos pelas famílias.

A maneira como esta criança deficiente será aceita na família e o resultante clima emocional posterior, dependerão, em grande parte, da atitude da mãe. Se ela for capaz de lidar com o fato com aceitação e segurança razoáveis, de uma forma bem ajustada, a família será capaz do mesmo. À medida que as relações intrafamiliares vão se estabelecendo, as relações interfamiliares tornam-se mais acessíveis, facilitando a aceitação social desta criança.

O comportamento da criança deficiente é talhado pelas ações e atitudes de outros e os ajustamentos da família de uma criança deficiente tanto podem limitar e distorcer como encorajar e facilitar a potencialidade de seu desenvolvimento. Após o nascimento da criança deficiente, praticamente inexiste um aconselhamento psicológico aos confusos pais e grande parte do que farão com as crianças basear-se-á em ensaio e erro. Nos períodos cruciais do nascimento, quando os pais mais precisam de ajuda, esta não existe ou é muito pequena.

É vital que os pais sejam conscientizados da importância dos primeiros meses de vida e dos problemas e ansiedades que podem ser criados. Devem ser informados de sua responsabilidade e dos efeitos profundos e duradouros de suas ações ou omissões sobre o crescimento e desenvolvimento de seus filhos, pois é nesta idade que os pais deverão iniciar a estimulação e buscar o apoio e serviços de profissionais de habilitação e reabilitação.




Fonte: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Caderno de Pós-graduação em Distúrbios do desenvolvimento| Leonice Moura e Naiana Valério

O uso da tecnologia na educação

Estamos diante de uma sociedade globalizada e dinâmica, a disputa por espaço no mercado de trabalho tem exigido das pessoas uma melhor preparação, cursos extras são essenciais para quem procura uma situação profissional que oferece bons rendimentos. As tecnologias da informação e comunicação estão presentes em diversos setores, atingindo de forma direta e indireta aqueles que atuam nessas áreas. Ferramentas tecnológicas têm sido usadas com o objetivo de aumentar a eficácia do ensino e desenvolver no aluno o senso crítico, o pensamento improvável e dedutivo, a capacidade de observação, de pesquisa e estratégias de comunicação.
Por isso é importante que a educação seja de acesso a todos.
A utilização de filmes nas aulas é um recurso imprescindível quando usados adequadamente, visando alcançar uma aprendizagem significativa mediante o conteúdo exposto em aula.

Entrevista Com Virginia de Oliveira Veríssimo, Coordenadora da Escola Projeto – Unidade II

Virgínia de Oliveira Veríssimo, cursou alguns anos de magistério, depois Relações Públicas,  montou uma Escola de Educação Infantil, que manteve por 7 anos. Após iniciou o curso de Pedagogia na  UFRGS e Pós-graduação em Alfabetização na Ritter, fez seu estágio na Escola Projeto e foi convidada a  ser coordenadora. Durante sua caminha obteve experiências com a educação infantil e séries inicias, atualmente da suporte para um bom resultado do trabalho da escola.

O professor que faz a diferença

          




     O professor que faz a diferença é apaixonado pela profissão, independente da situação que atravessa desempenha sua tarefa da melhor maneira possível. É aquele profissional inesquecível, que contagia quem está por perto com seu entusiasmo, acredita-se capaz. O professor que faz a diferença é humilde para reconhecer que não é perfeito, mas busca incansavelmente, pesquisa conteúdos, estratégias e formas. É ousado, não tem medo do erro, reconhece cada olhar de seus alunos, suas angustias, questionamentos. Nesse olhar questiona sua dinâmica de trabalho, refaz o percurso e corrige as rotas.
Sabe que é falível e que não escolheu uma profissão fácil. Por isso mesmo, não se escuda em eternas desculpas para alguns fracassos que possam acontecer. Mesmo ciente que atua num país com muitos problemas na educação não se deixa cair no desanimo, e acredita na resolução desses problemas mesmo em longo prazo. O professor que faz a diferença deixa marcas e essas podem alterar o rumo das coisas para melhor ou para pior.
Alessandra

Para que se possa chamar de colaborativo.




Um processo educativo competente parte da premissa da colaboração. Alunos estudando juntos, professores planejando coletivamente e segmentos escolares atuando em parceria.

Alunos que participam de atividades coletivas costumam valorizar mais a contribuição dos colegas, dedicam-se `a arte da escuta e exercitam o consenso com mais facilidade do que aqueles que executam atividades individualizadas.

Quando tencionamos desenvolver a competência de compartilhar conhecimento fazemos uso de atividades pedagógicas que mobilizem os alunos ao atingimento de metas. Ao assumir o diálogo como estratégia de investigação os alunos se posicionam mais tranquilamente para acatar a fala dos colegas, aplicar o conhecimento e incorporar novos comportamentos.

O fato de agir em parceria permite que as pessoas estabeleçam condutas interdependentes com os demais personagens pedagógicos.

Durante os momentos de discussão de um projeto, os alunos vão percebendo os diferentes perfis dos colegas estabelecendo assim a possibilidade de reconhecer seus papéis e responsabilidades no trabalho de equipe.

No desenvolvimento do trabalho, o conhecimento vai sendo construído e reconstruído pelo próprio grupo beneficiando todos os envolvidos que passam a perceber o crescimento do grupo e as vantagens do trabalho em colaboração.

O professor pode sensibilizar o grupo sobre a vantagem dos trabalhos coletivos, estabelecendo um clima permissivo à cooperação. A seguir, é oportuno que o professor sonde como os alunos se sentiram no decorrer das discussões em grupo de forma que sejam permitidos ajustes.

Percebemos que os alunos têm dificuldade para fazer comentários sobre a postagem nos fóruns ou sobre a performance dos colegas nos trabalhos coletivos. Indica-se que os professores auxiliem os alunos a fazerem recomendações significativas sobre o desempenho dos colegas de forma a permitir que sejam feitas alterações.

Um comentário substancial é sempre bem vindo, pois ele carrega o sentido de apresentar uma visão externa a do autor, indicando se houve clareza na produção textual.

O desempenho colaborativo se retrata pela capacidade que temos de distinguir e categorizar conteúdos a partir da contribuição de todos os elementos de um grupo. E se configura na alternativa de incorporarmos percepções novas, fruto do debate e do confronto entre estes elementos.

Sonia Moura Véras
Pedagoga, especialista em EAD e mestre em Educação.
Professora do Centro Universitário Unieuro
veras.sonia@gmail.com

uuuuu

SENAC EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD

SENAC EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EAD
Curso de Pós-graduação
Especialização em Gestão Educacional
Carga Horária: 377 horas.
O curso é direcionado aos gestores de organizações privadas de ensino básico, superior e profissionalizante, seus diretores e coordenadores, e demais interessados em desenvolver competências adequadas para enfrentar situações de competitividade crescente nesse mercado. O programa de Gestão Educacional cria condições para elaboração e desenvolvimento de estratégias de gerenciamento de processos e pessoas, propiciando o alcance dos objetivos sociais e econômicos dessas organizações.
  • Área de Formação:
Educação

·         Pré-requisitos Para fazer este curso, o aluno precisa ter diploma de nível superior em qualquer área de conhecimento.

  • Documentos Necessários para Matrícula:
- Carta de Intenção Justificando a Escolha do Curso; - Duas Fotos 3x4;
- Cópia do Comprovante de Residência
- Cópia Autenticada de Cada um Dos Seguintes Documentos ou Trazer Pessoalmente Originais e Cópias: - Diploma de Curso Superior (bacharelado, Licenciatura ou Tecnólogo);
- Declaração de Conclusão do Curso de Graduação (somente para os Que Não Tiverem Como Apresentar, de Imediato, o Diploma de Graduação);
- Histórico Escolar da Graduação (com Assinatura da Instituição de Ensino Superior); - Carteira de Identidade (obrigatoriamente o RG);
- CPF;
- Certidão de Nascimento ou Casamento
- Condições Tecnológicas: o Sistema Operacional Windows XP ou Superior o Processador 1000 Mhz o 512 mb de Memória Ram o Conexão à Internet com Banda Larga Velocidade de 150 Kbps ou Superior o Internet Explorer 8 ou Superior o Software Msoffice Versão 2003 / e ou Broffice Instalado na Máquina Utilizada para o Desenvolvimento de Atividades do Curso o Acrobat Reader 9 ou Superior o Plugin Adobe Flash Player 10 ou Superior o Kit Multimídia (caixas de Som).

Para maiores informações acesse o site:

Quatro pilares da educação.

Jacques Delors é político de nacionalidade francesa, foi autor e organizador do relatório para a UNESCO da comissão internacional sobre educação para o século XXI, intitulado; Educação um Tesouro a Descobrir.  
A UNESCO destacou quatro pilares que são as bases da educação, ao longo de toda a vida. E que servem de orientação para as instituições de ensino programar uma metodologia inovadora baseada no desenvolvimento de competências que privilegia um desenvolvimento integral da pessoa, capacitando-a além do convívio para a sociedade.     
APRENDER A CONHECER - Mais do que o raciocínio lógico, um conhecimento, destaca-se a preocupação de despertar no aluno o interesse pela educação, a descoberta e a iniciativa da sua própria opinião.
            APRENDER A FAZER - Colocar em prática os conhecimentos, através da comunicação.
APRENDER A VIVER - Com os outros, respeitando os direitos e individualidades de cada um e transmitir isso nas escolas, como educadores, como ensinamento diário.
            APRENDER A SER  - Valorizar o desenvolvimento total da pessoa. Mais do que preparar para a sociedade, é dar suporte para a aceitação da diversidade, das personalidades, dando importância a imaginação e a criatividade, respeitando-se as diferenças.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Parabéns a todas as professoras!!!




O PROFESSOR SEMPRE ESTÁ ERRADO

Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista"
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.


A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.


Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".

É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Fonte: Revista do professor de Matemática 36, 1988

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Formação de Professores

Entrevista Com Virginia de Oliveira Veríssimo, Coordenadora da Escola Projeto – Unidade II

Virgínia de Oliveira Veríssimo, cursou alguns anos de magistério, depois Relações Públicas, montou uma Escola de Educação Infantil, que manteve por 7 anos. Após iniciou o curso de Pedagogia na UFRGS e Pós-graduação em Alfabetização na Ritter, fez seu estágio na Escola Projeto e foi convidada a ser coordenadora. Durante sua caminha obteve experiências com a educação infantil e séries inicias, atualmente da suporte para um bom resultado do trabalho da escola.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

DIA DAS MÃES NA ESCOLA

Algumas práticas são tão arraigadas que, por mais que a razão tenha bons argumentos contra elas, o máximo que se consegue é interferir nos detalhes.
Uma dessas práticas que particularmente entendo abominável é a celebração escolar do dia das mães. Que o comércio infle esta data com suas apelações sentimentais e descoladas da realidade, entende-se. O comércio quer lucrar.
Mas o que queremos na escola com a celebração do dia das mães? Estaremos por acaso alienados do fato de que as mães não são estes seres inefáveis, leves, sempre cheias de carinho e tempo para doar? As mães são seres reais, iguais a todos os outros seres reais e, assim, portadoras de contradições, de dúvidas, de equívocos, elas contêm em si o bem, mas também o mal, e toda a cadeia infinita de valores que se estendem estes dois pólos extremados, elas são capazes de atos louváveis e de atos deploráveis, e todos os demais atos entre estas balizas, que por sua vez não são tão claras. Como qualquer pessoa. Mesmo e sobretudo em relação aos filhos, as mães erram, as mães falham. Isso quando as mães existem, porque a estatística dos órfãos e das crianças abandonadas nos dói tanto que preferimos viver como se ela não existisse.
As mães são como conseguem ser numa sociedade que cobra mais do que oferece, e que estabelece pactos cínicos de não enfrentar a realidade, sempre maquiando-a: de um lado, pelos setores interessados em ganhar, de outro lado, as pessoas aceitando negar as verdades.
E assim todo ano, a escola faz sua celebração vazia e aflitiva. Quanto mais louvar a mãe fizer sentido para uma criança (que tiver a sorte de ter uma mãe disponível, equilibrada, sensata, sempre amorosa que distribui seu afeto com as devidas noções de certo e errado, direito e dever), mais os colegas vão pensar que vivem na exceção e que, a não perceber equivalência com a sua mãe (se ela existir), sentir-se-ão diminuídos e infelizes com a mãe real.
Essa mesma crítica vale para as tentativas de amortizar o efeito dia das mães, substituindo-o por dia do cuidador ou dia da família. Dá-se o mesmo. Fosse uma data que, no lugar de homenagear o vazio e/ou servir ao consumo, que servisse para pensar a condição humana, seria ótimo. Mas, como o comércio nunca instituirá o dia de pensar a condição humana, seguiremos atendendo ao desejo de quem adora nos ver consumir e despender nosso tempo trabalhando mais para ganhar mais para comprar mais. E, claro, pensando cada vez menos.